Escolha uma Página
Para onde foi minha capacidade de pensar?

Algumas vezes definimos objetivos muito elevados e feitos sem o benefício do pensamento crítico ou do exame verdadeiro de sua possibilidade. A “perfeição” racionaliza que você precisa estender e pressionar a si mesmo, portanto você define objetivos que são extremos, irreais, inatingíveis e sem a menor margem de erro. Uma avaliação completa do que requer para atingi-los não é feita e você fica condenado a completar o “LOOP da Perfeição”.

Seis estágios do Loop da Perfeição:
1. Perfeição como uma expectativa
2. Estresse e pressão entrando na tarefa; demora
3. Performance abaixo do esperado
4. No seu pé, nos pés dos outros
5. Menos confiança em si mesmo e nos outros
6. Deve fazer melhor na próxima vez

Esse padrão ocorre de forma inconsciente, repetida e rápida. Antes de saber, você já está nele. O objetivo de identificar este loop é:
1. Tornar-se consciente do padrão improdutivo
2. Entender as etapas que o causa e como influenciam o comportamento e
performance.
3. Saber o que mudar para conseguir resultados diferentes

Em Pure Genius, Dan Sullivan fala sobre as diferenças entre os ideais e os objetivos e a frequência com a qual nos avaliados com o ideal e sempre fracassamos. Ele usa como exemplo o horizonte: mesmo que possamos vê-lo, realmente não existe. Se buscássemos o horizonte, ele continuaria recuando e nunca o atingiríamos. Sullivan recomenda que nos perguntemos de onde viemos e avaliemos nosso progresso em
alcançar nosso objetivo. Essa avaliação nos fará sentir melhor sobre o nosso progresso.
Se o perfeccionismo não for diminuído, ele o empurrará para um Loop da Perfeição Infinita, que é como ser arremessado em movimentos rápidos, onde a força da água controla para onde vamos.

Sedução da Demora

SEDUÇÃO RESULTADO
“Realmente prefiro planejar.” Preocupação improdutiva
“Tenho que me preparar com cuidado.” Evitar fazer algo
“Melhor descansar para me aprontar.”  Adiar o esforço
“Se eu tivesse apenas um pouco mais de
tempo, poderia…..”
Mais preocupação, menos esforço

Pratique a auto-observação.
Qual o raciocínio acima você usa mais?
Quão reais e possíveis são suas expectativas?

Qual porcentagem de tempo você fica no seu pé depois de uma performance?
Nadler, R. Rio de Janeiro: Alta Books, 2011.

Posts Relacionados

Você fica no seu pé ou fica ao seu lado?

Muitas pessoas tem um sistema de avaliação rígido de mais ou apresenta uma falha. Raramente ficam satisfeitas quando são bem-sucedidas e são muito crítica com sua performance, mesmo que vençam e vençam muito e por um longo período. Isto pode tornar-se um padrão...

ler mais

Se correr é pior: sobrevivendo aos predadores do cotidiano

Está escuro... e você não consegue identificar de onde vem aquele som assustador que lentamente se aproxima. Sua respiração se torna curta e rápida, enquanto seus batimentos cardíacos aceleram de forma frenética. Você sente sua boca seca, seus músculos tensos, sua...

ler mais